quarta-feira, 18 de maio de 2011

Label

Nessa época, alternávamos as consultas entre a pediatra, a gastropediatra e a nutricionista. A tentativa era fazer com que o tratamento com o Label surtisse efeito e a Fernanda passasse a aceitar a mamadeira. Era difícil ela aceitar o Label, um remédio de gosto forte, que voltava quase toda a dose. Não adiantou. Depois de um mês de tratamento, ela não comia quase nada. Eu seguia desesperada. Nessa época, achei na internet uma matéria da repórter Shirley Paravise sobre refluxo. Liguei pra ela na RBS TV e conversamos um pouco. Achei que o caso da Fernanda não era refluxo, comparando ao dela. Em mais uma ida à Dra. Cris Targa, ela perguntou se eu já havia procurado a fonoaudióloga que ela indicara. Confesso que achava que essa seria uma alternativa muito frustrante, pois o que uma fono poderia fazer para um bebê comer. Mas, àquelas alturas, eu topava tudo.

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