terça-feira, 19 de abril de 2011
Primeira possibilidade: refluxo gastroesofágico
Cheguei no consultório da Dra. Lúcia com a Fernanda e minha mãe Neiva totalmente desesperada. A Dra. logo notou minha situação e disse que o primeiro passo era ter calma e, PRINCIPALMENTE, que eu passasse a preocupação para as mãos dela a partir daquele dia. Isso certamente tirou grande parte do peso que eu carregava sobre as costas. Se a Fernanda não comesse, ela encaminharia para a sonda, mas que eu não precisava pensar que ela corria risco de vida. Ela me deu três telefones: de uma gastropediatra, uma fonoaudióloga e uma nutricionista. Minha primeira reação foi procurar a gastro, porque a Dra. Lúcia achava que a Fernanda se enquadraria num típico caso de refluxo. Ela teria passado, pelos 3 meses, por uma experiência muito ruim com a alimentação em função do retorno do alimento do estômago, e estaria "traumatizada", por isso se recusando a comer. Li muito sobre isso e descobri que não comer e perder peso são, de fato, alguns dos principais sintomas do refluxo, juntamente com os vômitos (que no nosso caso eram raros). Mas a primeira etapa era fazer um mingau emergencial. Estávamos em julho... e convivemos com o mingau até dezembro.
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