Quando a Fernanda nasceu, fiz questão de amementar, mas nunca fiz disso condição de felicidade para mim ou para ela. Desde o início, comprei uma lata de NAN 1 para o caso de precisar dar um reforço com mamadeira. Mas quase nem precisava. Ela mamava super bem no peito. Eu passei uns perrengues nos primeiros dias, porque não é nada fácil. Dói, machuca, a gente nunca sabe a hora certa de dar o peito e não é com qualquer roupa que se pode sair de casa. Amamentação é algo que a gente lê nas revistas de que é muito lindo, mas na vida real requer muita persistência, porque nenhum médico prepara para isso (nem o curso pré-natal que fiz tratou isso com o devido aprofundamento). Aí vem a dor, empedra, a criança fica desesperada. Não culpo aquelas que desistem nos primeiros dias. Mas quando a Fernanda tinha fome, era fácil saber: ela colocava as duas mãozinhas na boca e ficava chupando. Era o sinal para eu dar o peito e ela ficar ali uns 5 a 10 minutos. O NAN, quando eu achasse necessário, era para dar 30 MLs, segundo o médico e a lata da Nestlé. No início funcionou. Depois do terceiro mês, tudo saiu diferente das bulas. Nem ela mamava o que vinha inscrito na lata, nem dava mais sinais de quando tinha fome. E o leite do peito foi diminuindo. Começo do nosso problema...
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