terça-feira, 12 de abril de 2011

Leite em conta-gotas

A internação acabou não sendo possível, pois o médico plantonista nos disse que "não se interna bebês para alimentar" e que tínhamos que insistir com a mamadeira. Saí dos hospital mais desesperada ainda. Nessa época, nós tentávamos de tudo para dar comida para a Fernanda: leite em conta-gotas, leite em seringa com bico de mamadeira na ponta, leite em copinho... Nada era eficiente, aré porque ela não fazia questão de aceitar. Mamadeira já nem tentávamos. Era como se ela não soubesse o que fazer com ela. Outra mudança importante nesse período é que ela não sugava mais as mãozinhas como antes quando tinha fome. Portanto, a sensação era de que ela não tinha mesmo fome. no dia seguinte à internação frustrada, não sabia mais o que fazer. Até que no domingo, sem nem conseguir almoçar (dessa vez eu), meu pai lembrou de uma pediatra que cuidava dos filhos de uma colega. Consegui o telefone da dra. Lúcia Diehl e liguei pra ela no domingo, 4/07/2010. Ela prontamente atendeu o celular e nos disse: "essa criança precisa comer! venham no meu consultório na primeira hora da manhã". Era o início de uma nova etapa.

(A Dra. Lucia tem um blog: www.pediatralucia.blogspot.com)

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