terça-feira, 12 de abril de 2011

O risco do bebê prematuro

A atitude da dra. Lúcia não foi a única "nova etapa" na história da Fernanda. Antes dela, teve a dra. Sabrina Schroeder, mas isso foi ainda antes de nascer. A Taís e o Melk tinham nos emprestado o livro "O que esperar quando você está esperando", que adorei do início ao fim. Lá pelo sexto mês de gravidez, o livro dizia que teríamos de notar o bebê mexendo várias vezes ao dia. Como isso quase não acontecia, segui as instruções e fui na emergência do Hospital Mãe de Deus. Depois de uma ecografia e um doppler, disseram que eu teria de fazer o parto porque o sangue não estava passando pelo cordão umbilical. Com pouco alimento, o bebê estava paradinho. Eu estava com 29 semanas e a Fernanda tinha só 1,4 Kg. Na época, eu não tinha muita noção do que significava uma criança nascer antes de 34 semanas. Mas, depois, me informando sobre o assunto, percebi como é complicado. Teve o caso do Mateus e da Dani, que ganharam os gêmeos com seis meses e passaram 100 dias no hospital. Uma loucura !! Até hoje, essa "deficiência" do cordão tem sido apontada como um dos motivos para ela comer muito pouco, ou sobreviver com muito pouco. Mas outros médicos disseram que não há relação entre a alimentação intrauterina e nos primeiros meses de vida. Como minha médica estava viajando (isso foi em fevereiro), fui acolhida pela Dra. Sabrina que, desde então, passou a acompanhar de perto o meu caso. Chegamos a fazer dois dopplers por semana, na expectativa de que o bebê ganhasse mais peso. Mas tínhamos de monitorar se o fluxo de sangue não era interrompido. Caso ocorresse, o parto seria urgente. Passamos a fazer o acompanhamento com o Dr. Gustavo Steibel, no Moinhos de Vento. Ele era super tranqüilo e sempre nos informava sobre o que estava, exatamente, ocorrendo naquele final de gestação.

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